A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes
que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer:
Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga
revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de
dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como
Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os
clichês do mundo do câncer – a principal arma dos dois para enfrentar a doença
que lentamente drena a vida das pessoas.
Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das
estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e
a tragédia que é viver e amar.
Quando o livro A Culpa é das Estrelas foi lançado, uma
legião de emocionados leitores dominou parques, ônibus, filas, salas de espera.
O bestseller virou febre e, quem acabou de ler, emprestou para os amigos, deu
de presente, recomendou na internet, publicou trechos no Facebook e releu para
derramar mais lágrimas.Por isso, a adaptação da história escrita por John Green
para os cinemas chega com o peso das expectativas dos mais de 1 milhão de
leitores do mundo todo, e também de quem não leu, mas ouviu um relato comovido
de um amigo e está convencido de que precisa conhecer Hazel Grace e Gus um
pouco melhor.A todas essas pessoas, uma boa notícia. O filme A Culpa é das
Estrelas é mais do que uma história bonita. Ele reúne a leveza do amor
adolescente, com as piadas, a timidez e as intermináveis conversas por SMS, à
densidade da batalha contra uma doença terminal e a consciência de que a vida
está chegando ao fim.A pouca idade dos personagens não faz de A Culpa é das
Estrelas um filme simples nem o reduz à categoria infanto-juvenil. Entre humor,
drama e reviravoltas, a trama é bem amarrada, os personagens têm complexidade e
o longa consegue fazer o espectador deixar a sala de cinema sensibilizado, para
não dizer destruído e desfeito em lágrimas.Desde os 13 anos, Hazel luta contra
um câncer. Por causa dele, vive ligada a um tubo de oxigênio por ter apenas
metade do pulmão e sérias dificuldades para respirar. Aos 16 anos, a mãe a leva
ao médico por acreditar que a filha está com depressão, um dos efeitos
conhecidos da doença, e a menina é incentivada a frequentar, a contragosto, um
grupo de apoio para jovens nas mesmas condições.É lá que Hazel conhece o
divertido e otimista Gus Waters, que superou o câncer nos ossos e vai à reunião
do grupo para apoiar o melhor amigo, Isaac, prestes a passar por uma cirurgia
de retirada dos olhos. A paixão é instantânea, mas Hazel reluta a se render ao
romance por saber que pode perder para a doença a qualquer momento.
Embora o câncer seja assunto recorrente na trama, nem a
história, nem os personagens, se resumem à doença. O tratamento, aliás, fica em
segundo plano nas descobertas de dois jovens que estão vivendo as melhores
experiências da vida pela primeira vez e certos de que têm pouco tempo para
aproveitá-las.
Além das excelentes atuações de Shailene Woodley e Ansel
Elgort, dois novatos que encaram personagens difíceis com maestria, A Culpa é
das Estrelas tem combinações comoventes de fotografia e trilha sonora, e não
perde o ritmo do começo ao fim.Todo o livro que você ler terá um impacto
diferente sobre você, tudo depende de vários fatores: o tempo em que você leu,
a situação em que você leu, até mesmo o que você estava sentindo quando leu,
quando li esse livro pela primeira vez, não fiquei tão encantado quando fiquei
agora que o reli, percebi o quão bonitas e importantes, apesar de poucas, são
as palavras de John Green nesse livro que não chega nem a 300 páginas, e dessa
vez vim aqui para dizer o quanto eu gostei do livro mais amado do John Green: A
Culpa é das Estrelas, lançado pela Intrínseca em 2012 e que terá adaptação
cinematográfica em junho de 2014.
O livro conta a história de Hazel Grace, uma adolescente de
16 anos tem câncer nos pulmões e já passou por algumas cirurgias para drenar a
quantidade de água acumulada neles, a Hazel é uma paciente terminal, os médicos
podem aumentar o tempo de vida dela controlando o crescimento dos tumores, mas
não podem fazer com que ela viva até ficar velha, ela frequenta um grupo de
apoio a crianças com câncer em uma igreja e em um dia comum onde vai até lá,
ela encontra um garoto diferente, que nunca tinha visto antes, a encarando de
modo estranho, seu nome? Agustus Waters, para os íntimos, Gus, eles acabam se
conhecendo e alimentando um romance muito forte, ambos são donos de frases
filosóficas que questionam as leis do universo, e ambos são doidos para
descobrir o que acontece no final de seu livro favorito: Uma Aflição Imperial,
já que o autor do livro não conclui a história, terminando-o no meio de uma
frase. Movidos pelo desejo de descobrir o final do livro eles se envolvem em
várias aventuras, onde o amor dos dois aumenta e eles vivem experiências
inesquecíveis, experiências essas que envolvem drama, amor, ódio, brigas e,
claro, câncer e seus efeitos colaterais, como estar morrendo.

Como era de se esperar por minha parte, gostei da narrativa
de John Green, sempre leve como deve ser e cheia de trocadilhos e
questionamentos sobre o mundo, John Green sabe como tratar de assuntos mais
delicados fazendo você rir e chorar sem se dar conta de que as horas estão
passando e de que você ainda não almoçou, além disso ele sabe criar personagens
como ninguém, é impossível não gostar de Isaac, mesmo o odiando em algumas
partes, e também é impossível não gostar do Augustus e da Hazel, mesmo com
algumas birras deles, isso é aceitável, já que são adolescentes como qualquer
um que anda por aí, com todas as dúvidas existenciais, dias ruins e corações
partidos, todos os personagens abordados nesse livro são apaixonantes, até
mesmo o Peter Van Houten, se você for parar para analisar.